terça-feira, 22 de março de 2016



                                   Corrida da Paz- 24 de fevereiro


       No ano em que se celebra o Ano Internacional para o Entendimento Global, foi com muita alegria e orgulho que recebemos, nas instalações da Escola Básica Irene Lisboa, a Tocha da Paz e a partilhamos com os elementos da Comunidade Escolar.
   Os alunos do Agrupamento prepararam, sob orientação dos seus professores, algumas atividades que abrilhantaram este evento especial.


   




quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

O Natal e as suas tradições

« (…) Num mundo globalizado, atravessado por múltiplas culturas e origens, pelo fluxo das imagens e das informações sobre o Outro, a tolerância é a base da cidadania sustentável…. »  Irina Bokova, Diretora-geral da UNESCO.


  Com o objetivo de promover a riqueza da diversidade cultural, dotar os alunos de conhecimentos, competências e valores que os capacitem a serem, no futuro, adultos tolerantes e responsáveis, alguns professores de Português, Francês, Inglês, Geografia, Educação para a Cidadania e Tecnologias de Informação e Comunicação orientaram  os seus alunos de diversos níveis e turmas na  pesquisa de informação sobre O Natal e as suas  tradições não só em Portugal, mas também em alguns países francófonos e de expressão inglesa, situados em diferentes continentes, o que permitiu enriquecermos o nosso olhar,  estabelecer comparações e cruzarmos perspetivas.


 Apraz-nos partilhar  convosco estas imagens de trabalho multidisciplinar





terça-feira, 12 de janeiro de 2016





O longe faz-se perto, quando se quer

  Nesta época natalícia, os alunos das Escolas Básica Irene Lisboa e Secundária Carolina Michaëlis marcaram  presença, mais uma vez, em Cabo Verde.

   Com esse intuito construíram presépios e alguns enfeites, que foram enviados atempadamente,  para  a viabilidade da sua incorporação na árvore de Natal da Escola Constantino Semedo.

Apresentamos, em seguida, fotos ilustrativas da originalidade e criatividade dos trabalhos executados sob a coordenação de alguns  professores de Educação Tecnológica.







sábado, 28 de novembro de 2015

Dia Internacional da Tolerância – 16 de novembro


    Após os últimos atentados violentos, perpetrados por um grupo terrorista, em Paris, os quais provocaram enorme consternação em todo o mundo, a mensagem, abaixo transcrita, da Diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, proferida por ocasião do Dia Internacional da Tolerância, assume, assim, um significado ainda mais acutilante.

« A Tolerância é uma ideia nova de que precisamos mais do que nunca. Leva-nos a respeitar a diversidade das culturas, das maneiras de viver e de exprimir a nossa condição de seres humanos. É um requisito necessário à paz e ao progresso de todos os povos num mundo diversificado, cada vez mais interligado.
  A UNESCO nasceu há precisamente 70 anos, a 16 de novembro de 1945, Dia Internacional da Tolerância, apoiada na ideia de que as guerras podem ser evitadas se os povos aprenderem a conhecer-se melhor e compreenderem que na fecunda diversidade das suas culturas, é mais forte o que nos une que aquilo que nos separa. Estes princípios foram reafirmados há 20 anos, na Declaração de Princípios sobre a Tolerância, adotada pela UNESCO em 1995. Num mundo globalizado, atravessado por múltiplas culturas e origens, pelo fluxo das imagens e das informações sobre o Outro, a tolerância é a base da cidadania sustentável.
  A tolerância não é a aceitação passiva ou muda da diferença: é indissociável do respeito pelos direitos fundamentais. É um compromisso de cada dia para encetar os intercâmbios e o diálogo, apesar das dificuldades, apesar das incompreensões que podem alimentar o isolamento. É um apelo para exercermos o nosso olhar crítico sobre os preconceitos e ideias preconcebidas. Quando o extremismo violento difunde por todo o lado, no terreno e nas redes sociais, a sua lógica do ódio e da intolerância; quando se persegue, discrimina ou exclui seres humanos com base na sua religião ou na sua origem; quando as crises económicas agudizam as fraturas sociais e tornam mais difícil a aceitação do outro, minoria, estrangeiro ou refugiado; devemos oferecer outro discurso e dar a ouvir a mensagem aberta e exigente da tolerância. Devemos tornar mais visíveis as lições do passado e relembrar as atrocidades que resultam da rejeição do outro, o racismo e o antissemitismo.

  A diversidade é uma realidade, impele-nos a adaptarmos as nossas políticas e os nossos comportamentos, para os quais a tolerância é a chave. O mundo atual apresenta-nos justamente oportunidades consideráveis para melhor compreendermos o outro, partilharmos as nossas histórias, construirmos um espaço público à escala planetária, enriquecermos o nosso olhar e cruzarmos perspetivas. É um convite para fortalecermos a solidariedade intelectual e moral entre os povos, através da cooperação educativa, do diálogo das culturas, da partilha do conhecimento, da livre circulação da informação. A tolerância é um meio para construir a paz, e é também um acelerador de inovação e de criação que abre as nossas mentes para outras formas de ver o mundo. Esta missão fundadora da UNESCO não se decreta pelas leis e pelas declarações: apoia-se na vontade e nos esforços diários dos cidadãos do mundo que desenvolvem esta cultura de tolerância, e este dia é a ocasião para os apoiar ».

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

                       

Trabalhos realizados pelos alunos, alusivos ao S. Martinho




                                                       


                                               São Martinho – 11 de novembro



                                                


Contribuir para o enriquecimento cultural dos alunos, através do conhecimento e divulgação de lendas, costumes e tradições, provérbios, adivinhas, cantigas, gastronomia, caraterística desta comemoração, que integram o património cultural português, e, simultaneamente, sensibilizar os alunos  para a importância da  prática da Solidariedade no seu quotidiano, foram os objetivos que nortearam a abordagem desta temática.
Os interessantes trabalhos realizados foram expostos no átrio da Escola Básica Irene Lisboa.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015







MENSAGEM DA DIRETORA GERAL DA UNESCO
DIA INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA
Construir um futuro sustentável: vamos unir-nos para pôr fim à pobreza e à discriminação
17 de outubro de 2015


Este ano, o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza reveste-se de um carácter especial, no momento em que as Nações Unidas se encontram a adotar uma nova agenda mundial para o desenvolvimento sustentável até 2030. O objetivo fixado em 2000 para reduzir para metade a pobreza extrema no mundo até 2015, foi alcançado. A partir de agora, a nossa missão consiste em alcançar a erradicação total da pobreza em todo o mundo e em todas as suas formas.
A pobreza é uma realidade complexa, mas não é inevitável. É universal e afeta de igual modo tanto os países do Sul como os do Norte – mas em todos os continentes são as mulheres e as meninas as que mais sofrem. Além de enfraquecer aqueles que já são afetados por esta realidade, as alterações climáticas, a crise económica e financeira e os conflitos, fazem surgir novos pobres em todas as sociedades.
Para a UNESCO, a erradicação da pobreza, constitui uma pedra angular na luta pela defesa dos direitos humanos e a dignidade humana. A luta sustentável contra a pobreza supõe dotar todas as pessoas dos meios para alcançar a autonomia e afirmar-se como protagonista da sua própria vida, utilizando para isso as possibilidades oferecidas pela educação, a ciência a cultura e a informação. A educação de qualidade para todos, a possibilidade real que têm todas as pessoas em participar nas transformações sociais e na vida cultural e científica, representam incentivos poderosos para a autoestima, e constituem meios concretos de criar emprego e atividades geradoras de riqueza, baseando-se nos conhecimentos locais. Partilhando os benefícios derivados das investigações científicas, podemos melhorar as colheitas e a segurança alimentar e garantir o acesso à água na sua qualidade de bem público mundial. Pela liberdade de expressão, pelo debate público e o intercâmbio de informação, podemos aumentar a consciência social e o compromisso político necessários para superar esta violência.
Este é o sentido da ação da UNESCO. A inteligência humana, a criatividade e o talento dos povos são recursos renováveis por excelência, e podemos investir mais neles para definir as políticas económicas, sociais e culturais que nos permitam erradicar a pobreza e garantir a todas as pessoas o pleno exercício dos seus direitos, com dignidade e justiça social.
Irina Bokova

Diretora geral da UNESCO